SOROCABA / SP - terça-feira, 25 de julho de 2017

EPILEPSIA II O EPILÉPTICO E O TRÂNSITO

EPILEPSIA II O EPILÉPTICO E O TRÂNSITO 

 

Dirigir é um privilégio e não um direito e, para tanto, a pessoa deve estar apta

 

 física e mentalmente.

 

Estatísticas mostram que a freqüência de acidentes de trânsito com

 

epilépticos  pouco difere da população em geral.

 

O número é muito mais elevado com alcoolistas: a bebida alcoólica representa

 

 mil vezes mais a causa de acidentes do que as crises epilépticas.

 

 

Em países desenvolvidos, existem recomendações ao indivíduo com epilepsia

 

que quer dirigir, como: estar livre de crises no mínimo há um ano e sob

 

acompanhamento médico; dirigir somente veículos da categoria B (carro de

 

 passeio), e não ser motorista profissional, isto é, não conduzir veículos  

pesados e transporte público, mesmo livre de crises há anos.