SOROCABA / SP - terça-feira, 25 de julho de 2017

EPILEPSIA II A EPILEPSIA E A ESCOLA

 

EPILEPSIA II A EPILEPSIA E A ESCOLA

 

Com diagnóstico e tratamento adequados, aproximadamente 80-90% das crianças terão sua crises controladas com um mínimo de efeitos indesejados. Isso lhes permitirá acesso a uma vida normal.

 

O tempo de crise é infinitamente pequeno em relação ao restante do tempo sem crises, e a criança não deve organizar sua vida ou restringir atividades escolares em função desses momentos críticos.

 

Os pais podem avisar o(s) professor (es) da condição da criança e orientá-los.

Dificuldades de aprendizagem

 

A epilepsia normalmente não afeta a inteligência.

 

As dificuldades de aprendizagem podem ocorrer por crises freqüentes e prolongadas ou por efeitos colaterais dos medicamentos, como fadiga, sonolência e diminuição da atenção.

 

Eventualmente uma pessoa com retardo mental poderá ter epilepsia; isso não significa que a epilepsia é a causa do retardo mental, mas ambos podem ser conseqüência de um comprometimento cerebral mais amplo.

 

Educação física

 

A criança com epilepsia não deve ficar excluída das aulas de educação física, pois a prática de exercícios ajuda no desenvolvimento do ser humano. Vôlei, futebol, ginástica, corrida e tênis podem ser feitos naturalmente; a natação deve ser praticada sob supervisão.

 

Crianças epilépticas não devem participar de exercícios em barras, não devem andar de bicicleta em ruas movimentadas, subir em árvores, praticar asa delta ou alpinismo.