SOROCABA / SP - terça-feira, 25 de julho de 2017

EPILEPSIA II EPILEPSIA E OS PAIS

 

EPILEPSIA II EPILEPSIA E OS PAIS

 

Os pais geralmente reagem ao diagnóstico de epilepsia com uma mistura de apreensão, vergonha, ansiedade, frustração e desesperança, colaborando para que a criança veja sua condição como estigmatizante.

 

Em um estudo feito com familiares de crianças com epilepsia, foi observado que alguns pais sentem vergonha de ter um filho epiléptico e centram o problema apenas na criança, e não na família como um todo.

 

A palavra "epilepsia" não é usada, nem dentro nem fora do círculo familiar.

A criança não pode discutir sua condição abertamente e cedo começa a vê-la como algo negativo.

 

A superproteção também deve ser evitada, pois leva a alterações de comportamento e personalidade, com freqüência tornando a criança socialmente isolada.

 

As habilidades sociais de relacionamento não são aprendidas e ela permanece insegura, dependente e emocionalmente imatura.

 

Fica desadaptada socialmente não pela epilepsia em si, mas pela superproteção exagerada dos pais.