SOROCABA / SP - quinta-feira, 23 de novembro de 2017

EPILEPSIA II EPILEPSIA E ADOLESCÊNCIA

 

EPILEPSIA II EPILEPSIA E ADOLESCÊNCIA

 

Na adolescência, principalmente, as crises costumam ser desencadeadas pelo uso de drogas e álcool, que interferem no mecanismo dos medicamentos antiepilépticos, bem como por privação de sono após festas prolongadas.

 

Problemas próprios de uma fase conturbada como a adolescência podem, eventualmente, estar associados à epilepsia.

 

Enquanto o adolescente procura a independência, os pais superprotegem-no porque ele pode ter crises.

 

Assim, é muito comum a negação da epilepsia por parte do adolescente, levando a não-adesão ao tratamento, isto é, a não-utilização da medicação de forma correta.

 

RECOMENDAÇÕES AO ADOLESCENTE EPILÉPTICO

 

É muito importante que o adolescente com epilepsia seja orientado quanto ao que pode ou não fazer.

 

Uma boa relação com seu médico lhe proporciona a possibilidade de expor com franqueza seus problemas e sentir-se entendido e ajudado.

 

O profissional que trata o adolescente deve estimulá-lo a não desistir do tratamento e a segui-lo regularmente (por exemplo: não deixar de tomar medicação porque tem uma festa e quer beber álcool).

 

Misturar medicação e buscar soluções mágicas, como a substituição do tratamento por práticas religiosas, são ações que também não devem ser feitas